Conheça a História da FAMÍLIA STRINGARI, contada e ilustrada por


ANTÔNIO CLÁUDIO STRINGARI,  filho de JOÃO BAPTISTA STRINGARI,


  neto de LUIGI GIOVANNI STRINGARI e


bisneto de CANDIDO STRINGARI.





Este site tem como principal objetivo trazer informações a todos os descentes daquele que foi um dos pioneiros da família STRINGARI em Santa Catarina: Cândido Stringari. Aos que dele descendem, muito nos honrariam se novas informações, fatos históricos, fotos, etc, nos fossem enviados, para melhor ilustrarmos as páginas deste site.

Este site foi elaborado por Antônio Cláudio Stringari, neto de Luigi Giovanni Stringari, que imigrou para o Brasil junto com seu pai, Cândido Stringari. 

As pesquisas sobre a origem, ancestrais e descendentes de Cândido Stringari tiveram início no ano de 2004, e foram utilizados dados e registros das seguintes Entidades:


    • Livros de registro de batismos e casamentos do Município de Luiz Alves (Santa Catarina) da Mitra Metropolitana de Florianópolis (Santa Catarina).

       

    • Paróquia de San Biagio (Nanno, Trento - Itália) que, através da Sra. Mônica Stringari (Servizio Emigrazione e Solidarietà Internazionale da Provincia Autonoma Trento), nos foi fornecida a certidão de nascimento de Luigi Giovanni Stringari.     

     

    • Cartório do Registro Civil do Município de Luiz Alves (Santa Catarina).  

     

    • Cartório do Registro Civil do Município de Itajaí (Santa Catarina).  

     

    • Micro filmes dos livros de batismo da Paróquia de San Biagio (Nanno - Itália), fornecidos pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons).   

     

    • Depoimento de inúmeras pessoas pertencentes a família Stringari.

ORIGEM DO SOBRENOME     
 
O sobrenome Stringari tem sua origem na cidade de Nanno, localizada no Val Di Non, Província de Trento, no Norte da Itália.  
      
Consta que até o início de 1900 todos os Stringari se conheciam, ou tinham conhecimento de seus destinos durante a emigração. Hoje há Stringari em maior número fora da Itália do que naquele país. Os principais destinos foram USA, Brasil e Argentina.    
      
No Brasil, o Estado de Santa Catarina é o que mais abriga os descendentes dessa gente que veio em busca de uma nova vida, fugindo da fome e da miséria que se instalaram naquela região da Europa, a partir de meados do ano de 1800.
  
          
QUEM SÃO OS NOSSOS ANCESTRAIS     

CÂNDIDO STRINGARI nasceu no dia 08 de novembro de 1839, em Nanno, Trento, Itália. Batizado como Giovanni Cândido Stringari, filho de Giovanni Stringari e Mariana Fedrizzi, foi o 4º filho de uma prole de 10 (vide abaixo). MARIA TERESA IOB nasceu no dia 18 de agosto de 1844, em Flavon, Trento, Itália, filha de Francesco Iob e Domenica Zanon. Vieram para o Brasil com os filhos nascidos na Itália: Francesco Giovanni Giuseppe, Luigi Giovanni, Giovanni Fortunato Crescenzio e Maria Gioseppa Candida. No Brasil nasceram Cattarina, Ângelo, Vitória Dominga e Maria Ângela.

 

   
 
GENEALOGIA ITALIANA
Giovanni Stringari e Marianna Fedrizzi
 
01. Giovanni Celestino Stringari – 13/mar/1833
02. Monica Marianna Stringari – 02/nov/1834
03. Maria Anna Lucia Virginia Stringari – 11/out/1836
04. Giovanni CANDIDO STRINGARI – 08/nov/1839
05. Cattarina Fortunata Stringari – 27/nov/1841
06. Angela Giovanna Stringari – 31/jan/1844
07. Onorata Angelica Stringari – 11/jan/1846
08. Fortunatta Cristina Stringari – 21/dez/1847
09. Santa Fedele Teresa Stringari – 12/fev/1850
10. Faustino Eurico Eugenio Stringari – 15/fev/1852
 
 
AVÓS
 
..Paternos: Giovanni  Stringari e Maria Zambiasi
..Maternos: Federico Fedrizzi e Cattarina Zattoni
 
 
 

 

GIOVANNI CÂNDIDO STRINGARI imigrou para o Brasil em 1877, trazendo com ele esposa e filhos. A viagem da Europa até o Brasil foi feita no NAVIO A VAPOR HENRI IV, que saiu do porto de Havre – França, no dia 17/nov/1877 e chegou ao porto do Rio de Janeiro em 13/dez/1877. Passageiros com o sobrenome Stringari, que fizeram a viagem:

 

   
 
STRINGARI, Candido 40 anos
  Maria (Iob) 32 anos
  Giuseppe 07 anos
  Luiggi 04 anos
  Giovanni 02 anos
  Maria 08 meses
     
STRINGARI, Giuseppe 44 anos
  Anna 37 anos
  Emiglio 08 anos
  Maria 04 anos
  Ernesto 02 meses
 
   

 

Sobre o navio Henri IV: Foi construído em 1871, media 75,43x10,97 metros e 1,590 toneladas de arqueação bruta (vide fotos). Era comandado pelo Capitão Boullenger e pertencia a empresa Cargeurs Réunis, de Havre – França.       
      
Do Rio de Janeiro até Itajaí, Santa Catarina, não há registro nominal dos passageiros que fizeram essa viagem nos diversos navios que faziam esta rota naquele ano, dentre eles, os navios a vapor: PURUS, WERNECK (navio militar de transporte), CALDERON e SÃO LOURENÇO.
      
O Percurso de Itajaí até a Colônia de Luiz Alves creio que foi da forma como descreveu a Professora Didimia Lazzaris de Oliveira, em seu livro "Por um Pedaço de Terra - Luiz Alves", cujo relato está transcrito em A Saga dos Italianos do Norte. 
      
Cândido Stringari tomou posse de seu lote de terras na localidade de "1º Braço do Norte", na época pertencente a Luiz Alves, Município de Itajaí.


GIOVANNI CANDIDO STRINGARI (n: 08/11/1839 - f: 14/07/1908) E
MARIA TERESA IOB (n: 18/08/1844 - f: 03/12/1910). Filhos:



(Clique no nome para ver a genealogia)

07.Giuseppe Giovanni Stringari

OUTROS IMIGRANTES COM SOBRENOME STRINGARI


     
      :: SANTA CATARINA ::  
     

JOSÉ STRINGARI, nasceu em Nanno (Trento - Itália), em 08/ago/1834, batizado como Giuseppe Giovanni Stringari, filho de Giuseppe Stringari e Lúcia Paoli, casou com Anna Toresani, filha de Antonio Toresani e Maria Caresani. Imigrou para o Brasil em 1877, juntamente com a Familia de Giovanni Cândido Stringari. A viagem da Europa até o Brasil foi feita no NAVIO A VAPOR HENRI  IV, que saiu do porto de Havre – França, no dia 17/Nov/1877 e chegou ao porto do Rio de Janeiro em 13/dez/1877. Vieram para o Brasil com os filhos nascidos na Itália: Emílio Fioretto Giuseppe, Maria Luigia Gioseppa e Ernesto Antero Francesco (Nos livros  da Igreja de San Biagio, em Nanno, encontramos ainda o registro de batismo de NEONATO STRINGARI, filho do casal, nascido em 20/jul/1871). No Brasil nasceu Ferdinando Archangelo.

   
 
GENEALOGIA ITALIANA
Giuseppe Stringari e Lúcia Paoli
 

01. Giovanni Antonio Stringari – 04/jul/1822

02. Giuseppe Stringari – 04/jul/1822

03.Giovanni  Antonio Stringari – 20/mar/1824

04. Catterina Stringari – 27/jul/1825

05. Luigia Dorotea Stringari – 06/fev/1828

06. Gioseffa Antonia Stringari – 31/jul/1829

05. Maria Maddalena Stringari – 09/jan/1832

07. Giuseppe Giovanni Stringari – 05/ago/1834        

          
CLIQUE AQUI e conheça a Genealogia Brasileira
de Giuseppe Giovanni Stringari
 
 
   

 

 

JOÃO JOSÉ STRINGARI nasceu em Nanno, Trento, Itália, no dia 13 de março de 1849, batizado como Giovanni Giuseppe Stringari, filho de Giovanni Antonio Stringari e Domenica Busetti. Presumimos que tenha imigrado para o Brasil em 1875, junto com os Italianos da região de Brusque, Santa Catarina (não foram encontrados registros). Casou com Maria Lucinda de Jesus em Gaspar, Santa Catarina, no dia 11 de fevereiro de 1878. Maria Lucinda, filha de José Alexandre Gonçalves e Lucinda Rosa de Jesus, nasceu em Camboriú, Santa Catarina (consta da certidão de casamento que quando casou tinha 13 anos e seis meses), em 1864. Em Santa Catarina tiveram 4 filhos (vide genealogia brasileira). Informações obtidas de um de seus descendentes, Rodrigo Paim, de São Paulo, há registro do nascimento em 16/nov/1895 de um filho de João e Maria Lucinda, na cidade de Espírito Santo do Pinhal, São Paulo, o que deduzimos que imigraram para o Estado de São Paulo antes de 1895.

 

   
 
GENEALOGIA ITALIANA
Giovanni Antonio Stringari (n: 29/jan/1798) e
Domenica Busetti (n: 01/out/1813)
 

 

1.Vitoria Barbera Stringari – 31/mar/1838

 

2.Francesca Maddalena Stringari – 16/nov/1839

 

3.Cristoforo Giuseppe Stringari – 13/mai/1842 - + 23/ago/1849

 

4.Maria Barbara Stringari – 30/mar/1844

 

5.Domenica Teresa Stringari – 14/abr/1847

 

6.Giovanni Giuseppe Stringari – 13/mar/1849

 
Avós:
Paternos: Giuseppe Stringari e Barbara Zannon
Maternos: Francesco Busetti e Magdalenna Martini (ou Pizzoli)
 
 
     
     
 
GENEALOGIA BRASILEIRA
Giovanni Giuseppe Stringari e Maria Lucinda de Jesus
 
01. José Antônio Stringari – 18/set/1879 – Gaspar (SC)
02. Rosa Lucinda Stringari – 07/mai/1882 – Gaspar (SC)
03. Luiz Francisco Stringari – 24/jul/1885 – Gaspar (SC)
04. Maria Martha Stringari – 19/jul/1893 – Itajaí (SC)
 
 
   

 

     
      :: RIO GRANDE DO SUL ::  
   

 

Os irmãos Nicola Stringari, Lucia M. Stringari, Ângelo Stringari e Giovanni Bartolomeo (ou Baptista) Stringari, todos de Nanno (Trento - Itália), filhos de Antônio Stringari e Lucia Boni. Imigraram para o Brasil em 1877. A viagem da Europa até o Brasil foi feita no Navio a Vapor SULLY, que saiu do porto de Gênova – Itália, no dia 08/dez/1877 e chegou ao porto do Rio de Janeiro em 02/jan/1878.  Chegaram em 07/fev/1878 no Rio Grande do Sul, provenientes do Rio de Janeiro, onde devem ter ficado de quarentena (como era praxe naquele época), possivelmente na Ilha das Flores, onde se localizava a Hospedaria dos Imigrantes.
 
 
   
     
 
GENEALOGIA 
Antonio Stringari e Lucia Boni
 
Antonio Stringari (filho de Nicolo Stringari e Lucia Maurina)
Lucia Boni (filha de Antonio Boni e Orsola Guarienti)
 
01. Luigia Concilia Stringari – 25/jan/1845
02. Giovanni Francesco Stringari – 18/abr/1847
03. Nicola Stringari – 1848
04. Antonio Domenico Stringari - 31/jul/1849
05. Michele Giovanni Stringari – 21/dez/1851
06. Lucia M. Stringari – 06/mai/1854. Casou com Giovanni Caloni.
07. Ângelo Stringari – 1856
08. Giovanni Bartolomeo (ou Baptista) Stringari – 25/jan/1858. Casou              com Luigia Gasperin (nasceu em Mel-Belluno-Italia). Filhos:                     
  01. Albino Raimundo Stringari
  02. Eugênio José Stringari
  03. Frederico Vicente Stringari
 

04. Guilherme Francisco Stringari. Casou com Odete Marques da Silva.                       Filhos:

        - Mary Regina da Silva Stringari. Filhos:
              - Tatiana Stringari Jaroski (filho: Lucar Zyelinske)
              - Alex Stringari Jaroski
              - Felipe Stringari Jaroski
        - Eneida Stringari (Becker). Filhos:
              - Eduardo Becker Junior (filhos: Guilherme e Laura)
              - Jefferson Becker (filhas: Isabela e Júlia)
        - Tadeu João da Silva Stringari. Filhos:
              - Fernanda Stringari
              - Karla Stringari
  05. Ida Júlia Stringari
  06. Idreno Silvestre Stringari
  07. Irene Gioconda Stringari
  08. Massimin Cerylo Stringari
  09. Ricardo João Stringari
   
 
   
 
 
     
  ....:: ESPÍRITO SANTO ::  
   
 
Matteo Stringari, nasceu em Nanno (Trento - Itália), batizado como Matteo Pietro Giuseppe Stringari, filho de Pietro Bartolomeo Stringari e Rosa Dalri, chegou ao Brasil em 1896. A viagem da Itália até o Brasil foi feita no navio Rosário.
 
 
   
 
GENEALOGIA ITALIANA
Pietro Bartolomeu Stringari e Rosa Dalri
 
 

01.Luigi Giacomo Giovanni Stringari (n: 07/jan/1875)

02.Matteo Pietro Giuseppe Stringari (n: 12/out/1876 

03.Giacomo Giovanni  Anselmo Stringari (n: 29/set/1878)

04.Angelo Santa Maria Stringari (n: 14/abr/1881)

05.Vigilio Luigi Stringari (n:26/jun/1885)

06.Maria Clorinda Stringari (n: 03/abr/1891)

 

Avós Paternos: Giacommo Stringari e Claudia Paoli

Avós Maternos: Giovanni Dalri`e Maria Fanton

 







 

 
   
 
 
 
   
  ....:: OUTROS ESTADOS ::  
   
 
 
  • Gaetano Stringari e Toscana (esposa). Chegaram ao Brasil em 07/01/1891.            
  • Anna Stringari, Massimiliano Bortolazzo (marido) e os filhos Pietro Bortolazzo (nascido em 07/11/1864) e Tereza Bortolazzo (nascida em 17/05/1873), todos de Lória (Treviso - Itália). Chegaram ao Brasil em 29/12/1887.

Através do Decreto Nº 5.663 de 17 de junho de 1874, o Governo Imperial Brasileiro autoriza a celebração de um contrato entre José Fernandes da Costa Pereira Júnior (na ocasião, Ministro e Secretário de Estado para os Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas) e Joaquim Caetano Pinto Júnior, para introdução de 100.000 imigrantes no Brasil, surgindo assim o "Contrato Caetano Pinto", que propiciou a muitos Italianos condições (mínimas) para imigraram para o Brasil.
 
Assim, a partir de 1875, fugindo da fome e da miséria que se instalaram na Itália, centenas de emigrantes deixaram sua terra natal em direção a América, dentre eles os italianos do Norte.
  
Para esses Italianos, haviam dois portos de saída:     

- Pelo porto de Havre (porto da França), onde os Tyroleses e Italianos do Norte tinham que viajar até a fronteira com a França, e de lá seguiam através do “Caminho de Ferro” (trem). A partir de Havre, haviam diversas companhias marítima que faziam o percurso Europa > América;
      
- Pelo porto de Gênova, através de Trento, descendo a Planície do Pó até Gênova, onde os imigrantes poderiam se valer do contrato “Caetano Pinto”, que custeava suas passagens.
      
Além das passagens, aquele contrato concedia outros benefícios, previstos em algumas cláusulas do contrato, como as a seguir transcritas:

 

Cláusula VIII
 
 
"O Governo concederá gratuitamente aos imigrantes hospedagem e alimentação durante os primeiros oito dias de sua chegada, e transporte até as colônias do Estado a que se destinam".
 
 
Cláusula VIII
 
 
"Igualmente garantirá aos imigrantes que se queiram estabelecer nas colônias do Estado a plena propriedade de um lote de terras, nas condições e preços estabelecidos pelo Decreto n. 3.748 de 19 de janeiro de 1867, e obrigar-se-á, além disso, a não elevar o preço das terras de suas colônias sem avisar o empresário com doze meses de antecedência".

 

O que transcrevemos a seguir, são relatos extraídos do livro "Por um Pedaço de Terra – Luiz Alves", da professora Didimia Lazzaris de Oliveira (as datas foram propositadamente omitidas tendo em vista que, no caso da família Stringari, não há registros das viagens do Rio de Janeiro até Itajaí).

 

 

"Enfrentando o mar, à distância e os perigos “POR UM PEDAÇO DE TERRA”, esses emigrantes de 1877 chegavam ao Rio de Janeiro onde faziam o transbordo para outro vapor que os conduziam à Província de Santa Catarina."
 
 
"Julio Grothe (engenheiro encarregado do estabelecimento colonial Luiz Alves), era quem recepcionava e levava os imigrantes até os lotes que demarcou às margens do rio Luiz Alves, em seus Braços e Ribeirões".
 
"Quando chegavam ao porto de Itajaí, os imigrantes eram encaminhados para o tradicional “galpão”, localizado nas imediações da barra do rio Itajaí-Mirim, um afluente do Itajaí-Açu, à sua margem direita. Aguardava-os também, para recepcioná-los, o intérprete Henrique Ciconi". 

 
"No barracão dos imigrantes, através do intérprete, eram negociados os lotes e acertados os acordos com o Inspetor de Terras, representante da Província, e o agente colonizador".

 

 

Viagem do barracão dos imigrantes em Itajaí, até a colônia Luiz Alves:

 

"Em lanchas peruas, de propriedade de João Marçal Bastos, os imigrantes italianos (homens, mulheres e crianças) partiam do barracão na foz do Itajaí-Mirim, onde estavam alojados, e, naquelas balsas,empurradas a varejão, subiam o Rio Itajaí-açu. Nas imediações de Ilhota, entravam na barra do Rio “Luiz Alves”, um dos afluentes do Itajaí à sua margem esquerda. O rio era cheio de curvas e de todos os lados se avistavam os montes se misturando com o céu. Naquele silêncio, além deles, do rio e dos pássaros, que eram muitos, sentiam, apenas, a presença de Deus. As balsas seguiam em direção ao “Rio do Peixe”, localidade à foz do ribeirão do mesmo nome, afluente do Rio Luiz Alves, onde, em terras de João Mafra, distante da sede 29,5 km, havia um porto de onde transportavam a madeira até no Salto Grande. Passando pela foz do Ribeirão Canoas, as balsas chegavam às proximidades do “Salto” que originou o nome daquela localidade. Aí, a viagem era interrompida porque o rio começava a ficar intransitável devido as suas lindas e inúmeras quedas d'água. Estavam no Salto-Grande de onde dariam início à outra jornada, sempre margeando o rio, pelo picadão na mata, em terras de Antônio Pereira Liberato, que os levava para onde estava construído o galpão com 60 metros de comprimento e 9 de largura, fechado com tarimbas, com capacidade para abrigar até 500 pessoas. Esse trajeto era feito a pé".

 

Parte do relato feito por Julio Grothe (com a ortografia e escrita da época), a respeito da chegada dos colonos na Colônia Luiz Alves:

 

"A primeira remepsa de colonos chegaram ao núcleo colonial em 29 de novembro (1877) e a segunda em 5 de dezembro ultimo".


"Todos esses tomaram posse de seus lotes em 10 do mesmo mez dezembro".


"A terceira remepsa chegou ao núcleo em 22 de dezembro ultimo, os respectivos chefes de família tomarão popse de seus lotes a 30 do mesmo mez".


"Achando-se os colonos apenas empossados de seus lotes é cedo falar em seus trabalhos de lavoura".


"Devo mencionar porem que em geral aplicam-se com ardor nos trabalhos tendentes a estabelecerem-se em seus lotes".


"Achão-se distribuídos a estes colonos 52 lotes rústicos de 275 metros de frente e 1.100 de fundos cada um".


"O número de colonos existentes neste núcleo em 31 de dezembro do ano findo (1877) é de 230".

 

 

SOBRE A COLONIA LUIZ ALVES

O núcleo colonial Luiz Alves foi fundado nas imediações do rio que tinha o mesmo nome, afluente do rio Itajaí-Açu, e o nome dos lugares onde os lotes de terras se situaram, foram atribuídos de acordo com  a sua localização (braços do rio ou ribeirões), e foram assim distribuídos:

1º Braço do Norte, Braço Direito (caminho da sede até o Alto Luiz Alves – margem direita e esquerda), Braço Costa ou Canudo (caminho aberto pelos Costa's), Ribeirão Seco, 2º Braço do Norte, Região do Máximo, Serafim, Paula Ramos, Braço Francês, Ribeirão Bugre, Ribeirão Onça, Braço Joaquim, Ribeirão Belga, etc. Algumas dessas denominações são subdivisões daquelas indicadas inicialmente por Julio Grothe.

 

 

Parte do relato feito por Julio Grothe (com a ortografia e escrita da época), a respeito da chegada dos colonos na Colônia Luiz Alves:

 


Localizada no Val di Non, na região Trentino-Alto Adige, Província de Trento, essa bela região do Norte Oriental da Itália se destaca pelas paisagens e plantações de maçãs. Nanno, segundo o censo de 2001, tem uma população de 600 habitantes (287 homens e 313 mulheres). Há na cidade 235 famílias e 303 habitações (casas e apartamentos). Os habitantes de Nanno são denominados de nannesi ou nannini.

 

 

Segundo a igreja católica, o santo padroeiro é San Biagio, cuja paróquia tem o mesmo nome. Faz parte de Nanno a fracione (distrito) de Portolo. Nanno integra a “Associação Strada Delle Mela e Dei Sapori” (Associação da Rodovia da Maçã e do Sabor). O agriturismo é bastante explorado na região.      

Os sobrenomes que se destacam na cidade são:     
                
...BERGAMO – 135 pessoas     
...STRINGARI – 56 pessoas     
...FEDRIZZI – 51 pessoas     
...PAOLI – 28 pessoas     
...TOLOTTI – 20 pessoas

 

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